A aguia e a galinha

Ensaios

A maioria das pessoas, uma vez ou outra representa papéis e usa mascaras de alguma forma. Se passarem a ter conciencias de si mesmas quando estiverem representando suas conciencias lhes darão alguma liberdade de rejeitar os papeis falsos. A representação podera ser abandonada em favor da autencidade. A pessoa conciente pode determinar o curso so seu próprio plano de vida e reescrever seu drama de acordo com sua própria singulariadade. pode entrar em contacto com o seu eu possivel e reconduzir sua compulsão para viver a vida sem nenhuma estrutura especifica.

Para muitos isso não é facil. De fato, muitas ezes torna-se penoso e envolve um trabalho árduo. Às vezes um verdadeiro salvador é necessario, como se depreende da Swipe to page seguinte parafrase d Era uma vez um cert floresta, encontrou u colocou-a no seu gali ors to next*ge James Aggrey. caminhava pela u-a para casa, rendeu a se alimentar como as galinhas e a se comportar como elas. Um d dia, um naturalista que ia passando por ali perguntou-lhe por que uma aguia, a rainha de todos os passaros, deveria ser condenada a viver no galinheiro com as galinhas. Depois que lhe dei comlda de galinha e eduquei para ser uma galinha, ela nunca aprendeu a voar replicou o dono. ” Se se omporta como uma galinha, não é mais uma águia ” Mas”, insistia o naturalista, ” ela tem coração de águia e certamente podera aprender a voar”. Depois de falar muito sobre o assunto, os dois homens concordaram em descobrir se isso seria possível. Cuidadosamente o cientista pegou a água nos braços e disse: “Você pertence aos céus e não á terra. Bata bem as asas e voe”.

A águia, entretanto, estava confusa; não sabia quem era, e vendo as galinhas comendo pulou para ir juntar-se a elas. Inconformado, o naturalista levou a águia no dia seguinte para o alto do telhado da casa, e insistiu novamente, dizendo: ” Você ? uma águia. gata bem as asas e voe” -Mas a águia tinha medo do seu eu desconhecido e do mundo que ignorava e voltou novamente para a comida das galinhas. No terceiro dia o naturalista levantou-se be PAGFarl(F3 ignorava e voltou novamente para a comida das galinhas.

No terceiro dia o naturalista levantou-se bem cedo, tirou a águia do galinheiro e levou-a para uma alta montanha. Lá, segurou a rainha dos passaros bem alto e encorajou-se de novo, dizendo: Você é uma águia. Você pertence ao céu e á terra. Bata bem as asas agora e voei’ A águia olhou em torno, olhou para o galinheiro e para o céu. Ainda nao voou. Então o cientista levantou-a na direção do sol e a águia começou a tremer, lentamente abriu as asas. Finalmente, com um grito de triunfo, levantou vôo para o céu.

Pode ser que a águia ainda se lembre das galinhas com saudades; pode ser que ainda ocasionalmente torne a visitar um galinheiro. Mas até onde foi possivel saber, nunca mais voltou a viver como galinha. Ela era uma águia, embora tivesse sido mantida e domesticada como uma galinha. Assim como a águia, alguém que aprender a pensar de si mesmo alguma coisa que não era, pode reformular o que pensava em favor do seu real potencial. Pode tornar-se um vencedor. PAGF3ÜF3

Post a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*