Reino plantae

Ensaios

INTRODUÇÃO: O Reino Plantae ou Metaphyta(do grego,além de;phyton,vegetal) é constituído pelas plantas. As plantas são fundamentais para a continuidade da vida no planeta, pois pelo fato de realizarem a fotossíntese, constituem a base de sustentação dos diversos ecossistemas. Além disso, determinam a ocorrência de vários habitats terrestres, permitindo a manutenção da vida de uma grande quantidade de organismos. O Reino Plantae devido a sua grande variedade de plantas, é classificado por meio de certos critérios-presença ou não de vasos condutores de seiva e critério reprodutivo(principal critério).

De acordo com o crit o r 1 or16 em Criptógamas e Fa rás,’. características gerais getal é agrupado ho apresentarei as *Criptógamas – plantas com rgaos reprodutivos localizados em cavidades(não visíveis),portanto não produzem flores e nem sementes(briófitas e pteridófitas). Briófitas – são avasculares(não possuem tecidos de condução). São plantas de pequeno porte,que possivelmente evoluíram a partir das algas principais representantes das briófitas são os musgos e as hepáticas. Essas plantas necessitam de lugares úmidos e sombreados para sobreviverem.

Necessitam de água para sua reprodução. Pteridófitas – são plantas vasculares(possuem vasos condutores de seiva). Como exemplo dessas plantas temos a samambaia,as avencas e os xaxins. EIas habitam principalmente locais sombreados e úmidos,pois também dependem de água para sua interior dos seus frutos. São plantas consideradas espermatófita e se multiplicam com mais facilidade por possuirem a semente-os principais representantes são pinheiros,cedros,sequóias e criprestes,áwores que se encontram em ares de clima temperado.

Angiospermas – são consideras as plantas mais evoluídas e numerosas. Possuem o fruto para proteção das ementes,ex:laranjeira,macieira,arroz,mi… dividem monocotiledôneas e dicotiledôneas. Monocotiledôneas – apresentam apenas um cotilédone,ex:bambu,palmeira,grama,coque… diversos critérios para diferenciar uma monocotiledônea de uma dicotiledônea,por exemplo: a presença de raiz fasciculada. Dicotiledôneas possuem dois cotilédones,por exemplo:ervilha,feijao,laranjeira.

Uma das características que as diferenciam das monocotiledôneas é:presença de raiz pivotante ou principal. Briófitas: Conceito Organismos multicelulares autótrofos, de pequeno porte, a grande maioria não ultrapassa 30cm. Vivem em ambientes ?midos e sombreados; não possuem sistema de vasos condutores. Características Gerais: l. A grande maioria das espécies é terrestre de ambiente úmido e sombreado (musgos, hepáticas anthóceros). II. São plantas avasculares (ausência de vasos condutores); os líquidos são conduzidos por difusão célula a célula. III.

Ocorrem ainda espécies com a Ricciocarpus natans que flutua em H20 doce e a Riccia flutuantes ue vive submersa em água doce. específicas rizoide, caulóide, e filóide. Reprodução: Assexuada: ocorre por fragmentação, quando a planta adulta cresce, divide-se em pedaços irregulares chamados ropágulos, e estes são levados pela ação do vento e da água da chuva até o solo, germinando e formando uma nova planta. Sexuada: Ocorre alternância de gerações (Metagénese). Gametângios: órgãos produtores de gametas Planta masculina: Anterídeo -> produz anterozóides.

Planta feminina: arquegônio produz oosferas Classe Hepaticae Conceito : O termo hepática (hepato=figado), deve-se a forma de figada do gametófito, são briófitas, cujo gametófito têm forma de fígado e são caracteristicas de ambientes terrestres úrnldos, sombreados. Gênero: O mais conhecido é o Marchantia Reprodução: Assexuada: os gametângios ficam localizados na ponta de estruturas denominadas gametóforos. Gametófitos masculinos anteridióforos anterídeos Gametófitos femininos > arquegonióforos -> arquegônios.

Nos arquegônios formam se os zigotos que crescem e originam esporófitos fechado o ciclo com a produção dos esporos. Classe Anthocerotae: Conceito: Briófitas que crescem em locais úmidos e sombreados, seu gametófito é folhoso, arredondado, e multilobado, mede cerca de 2 cm e preso ao substrato por rizóides. Gênero: Anthóceros Reprodução: Os gametângios estão mergulhados nos tecidos os gametófitos, podendo ser homotálicos ou heterotálicos. Vários esporófitos são formados em uma mesma planta após a fecundação. Possuindo uma base e um esporângio alongado, produtor de esporos.

Importância das briófitas: Atuam como espécies pioneiras no ambiente. Pteridófitas: São as plantas vasculares PAGF s. Atualmente, costuma-se essas plantas costumam em 4 filos: Psilophyta, Lycophyta, Sphenophyta e Pterophyta (o filo das samambaias). As pteridófitas possuem arquegônios contendo a oosfera. Os gametas masculinos são anterozóides multlflagelados. Em condições adequadas, as paredes do anterídio se rompem, iberando os anterozóides que nadam até o arquegônio, que ali penetram por um canal, atingindo a oosfera (este processo também ocorre nas briófitas).

O zigoto germina sobre a planta- mãe, dando origem ao esporófito dominante, que possui esporos em esporângios; esses esporos, ao germinarem, darão origem a uma nova planta-mãe. O filo Psilophyta é representado no Brasil pelo gênero Psylotum, uma planta herbácea com ramlflcação dicotômica (Y), desprovida de raízes (em seu lugar existe um rizoma, com micorrizas associadas) e folhas, porém apresentam vascularização. Em uito se assemelham ao gênero Rhynia, um gênero que existiu no período Devoniano.

Na planta adulta, os eixos produzem esporângios trilobados em ramos laterais muito curtos; o gênero Psilotum é homosporado; após a germinação, os esporos originam o gametófito, que é uma estrutura aclorofilada (portanto saprófita) subterrânea, com associação de micorrizas. Os anterozóides de psilotum necessltam de água para nadar até a oosfera; o esporófito originado sexualmente fica, inicialmente, preso ao gametófito, absorvendo seus nutrientes, mas depois solta-se do pé, que permanece no gametófito.

O filo Licophyta também possue seus precursores no Devoniano e é representada pelos licopódios (plantas homosporadas) e selaginelas (heterosporadas). Os esporófitos da maioria dos gêneros de Lycopodiaceae são constituídos por um rizoma (caule subterâneo horizontal) ramificado que emite ramos aéreos e raízes. Os esporofilos (folhas portando esporângios) localizam-se 16 ramificado que emite ramos aéreos e raízes. Os esporofilos (folhas portando esporângios) localizam-se em ramos modificados, com entrenós muito curtos, os estróbilos. Embora sejam plantas herbáceas, seus ancestrais fósseis atingiam imensões arbóreas.

Após a germinação, os esporos de Lycopodiaceae originam gametófitos bissexuados, que podem ser estruturas verdes, irregularmente lobadas (ex. : Lycopodiella) ou estruturas micorrízicas subterrâneas (ex. : Lycopodium). Até que os arquegônios e anter[dios de um Lycopodiaceae se desenvolvam completamente, pode ocorrer um período de cerca de 15 anos. Existe a necessidade de água para a fecundação, pois o anterozóide nada até o arquegônio; o embrião formado cresce no interior do arquegônio, originando o esporófito, que permanece por um tempo preso ao gametófito e depois se torna ndependente.

O filo Sphenophyta é representado atualmente pelo gênero Equisetum (cavalinha). Seu hábito é verticilado (as diminutas folhas distribuem-se verticiladamente na região do nó). Os entrenós são estriados e apresentam sílica nas células epidérmicas. Os caules surgem de sistemas subterrâneos que permanecem vivos durante as estações desfavoráveis, quando a parte aérea morre. A atividade fotossintetizante das folhas é desprezível; a maior parte da fotossíntese é efetuada pelo caule estriado, como em Psilotum.

As raízes nascem de rizomas subterrâneos profundos. Os esporângios são localizados em stróbilos, localizados em ramos estrobiliferos aclorofilados (E. an,’ense) ou nas extremidades de ramos vegetativos (E. hyemale). Os apêndices que transportam os esporângios são conhecidos como esporangióforos, e não esporófilos, uma vez que não são estruturas foliares; os Equisetumsão homosporados. Quando os esporos estão maduros os esporângios contraem-se e ro Equisetumsão homosporados.

Quando os esporos estão maduros os esporângios contraem-se e rompem-se ao longo de sua superfície interna, liberando os esporos. As paredes desses esporos possuem elatérios, falxas espessadas que se espiralam uando úmidas e desenrolam quando secas, auxiliando na dispersão dos esporos. As Sphenophyta fósseis remontam do Pensilvanio. O filo Pterophyta é o mais conhecido e compreende os vegetais vasculares com folhas e ra[zes verdadeiras (samambaias). As folhas podem ser simples ou ter sua lâmina dividida em folíolos.

Na maioria dos grupos, a face inferior das folhas cresce mais que a superior (vernação circinada), resultando em seu enrolamento (báculo). As samambaias podem ser classificadas como eusporangiadas ou leptosporangiadas. Nas primeiras, é produzido um eusporângio, a partir de muitas células iniciais ocalizadas na superfície do tecido a partir do qual o esporângio será produzido; nas samambaias leptosporangiadas, o esporângio é produzido a partir de uma única célula inicial. Os esporângios encontram-se reunidos em soros, esporocarpos, espigas ou sinângios.

Nos grupos nos quais os esporângios encontram-se reunidos em soros, ocorre uma estrutura diferenciada, o anel ou ânulo que, através de movmentos higroscópcos (advindos da dessecação), é responsável pelo rompimento do estômio (camada de células com menor resistência), liberando os esporos, que irão germinar, formando um novo gametófifo (protalo). A aioria das samambaias atuais é homosporada, com exceção dos representantes de duas ordens aquáticas. 1 . Características Gerais: l. são plantas vasculares; portadoras de vasos condutores II. ivem em locais úmidos e sombrios III. dependem da água para a fecundação IV. destituídas de flores, frutos e sementes V. o caule é subterrâneo para a fecundação V. o caule é subterrâneo ou rente ao solo, desenvolvendo-se paralelamente à superfície do solo e denomna-se rizoma. VI. existem espécies com caules aéreos como o samambaiaçu (de onde é retirado o xaxim). 2. Classificaçao: 2. 1. PTEROPHYTA (Pterófitas) l. s pterófitas, conhecidas também como filicíneas, correspondem às samambaias e avencas. II. vivem em ambientes úmidos e sombreados III. odem ser epífitas, aquáticas, ou possuem caules aéreos IV. a fase duradoura é o esporófito V. possuem folhas grandes, divididas em folíolos VI. as folhas jovens ficam enroladas e são chamados báculos VII. caule do tipo rizoma (lembrando uma raiz) ou aéreo. VIII. o esporófito possui esporângios, produtores de esporos, que se agrupam em estruturas chamadas soros. IX. quando está na face inferior do folíolo, o soro é protegido por uma membrana chamadaindúzio, quando está na borda do fol(olo rotegido por uma dobra e chamado falso indúzio.

X. o gametófito, denomnado prótalo, é menos desenvolvido que o esporófito. XI. nas samambaias a maioria das espécies é homotálica. XII. algumas espécies são heterotálicas 2. 2. LYCOPHYTA (Licófitas) l. também chamadas licopodíneas, representadas pelas: Lycopodium e selaginella II. no período carbonífero, foram importantes componentes das florestas, que vieram a formar os depósitos de carvão. Algumas árvores de grande porte podia chegar a 50m. a) icopodíneas: l. s licopodineas atuais são pequenas com caule apresentando uma parte horizontal e ramificações eretas com folhas equenas. II. Os esporângios cresce folhas do ápice dos uma estrutura chamada espiga ou estróbilo. b) Selaginelas: l. nas selaginelas encontramos esporângios produtores de microsporos (microsporângios) e esporângios produtores de megásporos (megasporângios). II. As selanginelas são heterosporadas e conseqüentemente, produzirão gametófitos masculinos, com anterídios (microprótalo) e gametófitos femininos. Com arquegônio (macroprótalo).

Esses gametófitos são muito reduzidos e crescem dentro da casca do esporo. Gimnospermas: Divisão de plantas vascular também denominada de Pinophyta. Reúne os vegetais que formam sementes nuas, isto é, não encerradas em ovários. As Gimnospermas apresentam as seguintes inovações evolutivas: formação de grãos de pólen, de óvulos formados sobre ginosporófilos ou estruturas análogas e produção de sementes. Os ginosporângios são protegidos por um envoltório que, em seu ápice possui uma abertura (a micrópila) para passagem do tubo polínico.

O óvulo pode conter várias oosferas, o que permite a fecundação por vános tubos polinicos (poliembrionia). Contudo, apenas um embrião se desenvolve para formar a semente. A semente contém o endosperma primário, tecido de e utritivo do embrião originado a partir de células do macroprotalo (o gametófito feminino das gimnospermas, que se desenvolve no interior do óvulo). Freqüentemente, os androsporângios e ginosporângios encontram-se reunidos em estróbilos. Estes são sempre unissexuados, ou seja, contém apenas ginosporângios ou androspor¿ngios.

As Pinophyta produzem grandes quantidades de grãos de pólen e são polinizadas pelo vento. Seu lenho secundário é formado exclusivamente por traqueídos, nao apresentando elementos de vaso. A presença de canais resiníferos é bastante comum. O apogeu das Gimnosper urante o baixo e médio esiníferos é bastante comum. O apogeu das Gimnospermas ocorreu durante o baixo e médio Mesozóico (Triássico e Jurássico). Hoje, ainda existem cerca de 800 espécies viventes, a malona das quais são coníferas. A divisão Pinophyta está dividida em três subdivisões: Cycadicae, Pinicae e Gneticae.

Na primeira subdivisão, Cycadicae, encontramos gêneros como Cycas e Zamia, que são Gimnospermas semelhantes a pequenas palmeiras ou samambaiaçus, com folhas largas e pinadas e caule não ramificado. Caracterizam-se ainda pela ausência de canais resiníferos. Na segunda subdivisão, Pinicae, encontramos Gimnospermas e folhas simples, em geral pequenas, cujo caule é ramificado e apresenta vigoroso crescimento secundário. Fazem parte deste grupo as chamadas coníferas (ordem Pinales), com gêneros como Pinus, Araucaria, as gigantescas Sequoia e Sequoiadendron, Cupressus, Juniperus, Taxus, Podocarpus, e muitos outros.

São de grande importância econômica, seja por sua abundante produção de resina, seja pela qualidade de sua madeira, utilizada na fabricação de móveis e papel. A espécie Gingko biloba é considerada um fóssil vivo. Permanece até hoje graças ao cultivo milenar realizado por monges chineses. A terceira subdivisão reúne três gêneros de relações filogenéticas duvidosas: Gnetum, Ephedra e Welwitschia. Possuem em comum características especiais como a presença de elementos de vaso no lenho secundário, estróbilos compostos, óvulos com dois envoltórios (tegumentos), ausência de canais resiníferos.

Angiospermas: As angiospermas são as plantas mais evoluídas e complexas que vivem atualmente na Terra. Estes vegetais produzem raízes, caules e folhas, órgãos da vida vegetativa. Na época da reprodução, produzem flores, frutos e sementes. As angiospermas (do grego aggeion, vaso, e sp roduzem flores, frutos e sementes. As angiospermas (do grego aggeion, vaso, e sperma, semente) compartilham uma série de características com as gimnospermas. Dentre elas, destacam-se a reprodução por flores (fanerógamas) e a produção de sementes (espermatófitas).

A flor das angiospermas é bem diferente da flor das gimnospermas e caracteriza-se por ser mais aparente e com estrutura complexa. No entanto, a grande novidade evolutiva e exclusiva das angiospermas é a presença de um fruto envolvendo a semente. A maior parte das espécies de plantas superiores enquadra-se na divisão das angiospermas, que engloba uma imensa diversidade e formas vegetais, desde árvores de grande porte, como os baobás e eucaliptos, até as emas mais comuns nos campos e no solo das matas.

Algumas espécies, como as orquídeas, ostentam flores soberbas, enquanto outras, como os cereais, as hortaliças, os tubérculos e as árvores frutíferas, são básicas para a alimentação humana. Características gerais: As angiospermas constituem uma das duas grandes divisões em que se repartem as plantas superiores . com flores e sementes) e se denomlnam fanerógamas; a outra dlvisão é a das gimnospermas, cujas sementes estão contidas numa escama e ão em ovário. Essas árvores, como os abetos e ciprestes, são pouco comuns no Brasil.

A flor: A flor das angiospermas corresponde a uma estrutura formada por vários elementos cujo objetivo é a reprodução da espécie. Em geral, ao observar uma flor, identificam-se os seguintes componentes: pedúnculo, receptáculo, cálice, corola, androceu e gineceu. A forma e a vistosa aparência das flores variam enormemente de uma espécie a outra. As plantas anemófilas, apresentam flores simples, sem perianto (corola e cálice) vistoso, e sementes providas de asas. As plantas que praticam a poli

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