Resenha

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FACULDADE EVANGÉLICA CRISTO REI – FECR CURSO: LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA DISCIPLINA: ÉTICA PROFESSOR: FRANCISCO SAMUEL PERÍODO: V RESENHA CRITICA Zildenir Almeida da Silva JáiCós- P’, abril de 2012. ARISTOTELES. Etica a notas Edson Bini. Ba org tos adicionais e 07. to view nut*ge Zildenir Almeida da S Aristóteles nasceu em Estagira (atual Tessalonia), cidade grega e então colônia da macedônia, cerca de trezentos quilômetros a norte de Atenas. O ano de seu nascimento é duvidoso-385 ou, mais provavelmente 384 a.

C. Filho de Nicômanco e Festias, seu ai era medico e membro da fraternidade ou corporação dos Asclepiades (ou seja, filhos ou descendentes de Asclépio, o deus da medicina). A arte medica era transmitida de pai para filho. As obras de Aristóteles foram perdidas na sua integra; outros chegaram a nós parciais ou muito incompletos; de outras restam apenas Fragmentos; outras, ainda, embora estruturalmente integras, apresentam lacunas facilmente perceptíveis ou mutilações. ? quase certo que boa parte da perda irreparável da obra aristotélica tenha sido causa pelo criminoso incêndio da biblioteca de Alexandria, ocorrido por volta do ano 200 a. C. Ética tenha sido biblioteca de Alexandria, ocorrido por volta do ano 200 a. C. Ética a Nicômanco esta escrito em 10 livros, trata dos individual, a ética tais como o bem, a virtudes, os vícios, as paixões, os desejos, a amizade, o prazer, a dor, a Felicidade, etc. Livro fala sobre o bem, a felicidade e a virtude.

Considera-se que toda arte, toda investigação é igualmente todo empreendimento é projeto previamente deliberado colimam alguns bem pelo que se tem dito, com razão, ser o bem a finalidade de toda as coisas. Finalidades da artes que lhes são subordinadas, uma vez que stas ultimas finalidades somente são visadas em função das primeiras. Todo individuo julga corretamente os assuntos com os quais está famlliarizado e conhece, sendo deles um bom Juiz. Bom julZ em geral é necessário que tenha recebido uma educação completa a finalidades dessa ciência é a ação e não o conhecimento.

Mas é possível que algum se permita pensar que conhecer o Bem Ideal possa ser desejável a titulo de um auxilio para a consecução desses bens que são praticáveis e atingíveis. A felicidade, portanto uma vez tendo sido considerada alguma oisa final [completa] e autossuficiente é a finalidade visada por todas as ações. A virtude também é diferenciada em consonância com essa divisão da alma. Algumas formas de virtude são chamadas de virtudes intelectuais e outras virtudes morais. A sabedoria e o entendimento e a prudência PAGFarl(Fq intelectuais e outras virtudes morais.

A sabedoria e o entendimento e a prudência são virtudes Intelectuais a generosidades e a temperança são virtudes morais. Segundo o autor as finalidades dos bem só são visadas em função das primeiras e para ser um bom juiz é necessário que enha ação. para Aristóteles o bem Ideal pode ser desejado pela consequência dos bens praticados e atingíveis. A felicidade completa é visada por todas as ações. A virtude é diferenciada da divisão da alma. O saber e o entendimento é a prudência são virtudes intelectuais. Já a virtude moral é composta por a generosidade e a temperança.

Livro II fala da virtude, paixões, dor, prazer. Sendo a virtude nomeadamente, intelectual moral, a intelectual é majoritariamente tanto produzida quanto ampliada pela instrução exigindo consequentemente, experiência e tempo. Ao passo que virtude moral ou ética é o produto do hábito, sendo seu nome derivado com uma ligeira variação da forma dessa palavra. As virtudes têm a ver com ação e paixões e toda paixão e toda ação são acompanhados por prazer e dor. O fato de a dor ser meio da punição, pois a punição é uma espécie de medicina e é da natureza da medicina operar por meio de opostos.

O prazer e a dor constituem também os padrões por meio dos quais em todos nós, num maior ou menor grau regulamos nossas ações. A virtude é então uma disposição estabelecida que leva a escolha de ações e PAGF3rl(Fq egulamos nossas ações. A virtude é então uma disposição estabelecida que leva a escolha de ações e paixões. Um estado mediano entre dois vícios um constituído pela diferencia. Quanto a Ira temos excesso, deficiência e mediania. Em alguns casos a deficiência em outros o excesso, se opõe mais a mediania. or exemplo, a covardia que é, um vicio da deficiência opõe-se mais á coragem do que a temeridade que é um vicio em excesso. Para Aristóteles a virtude intelectual é feita e ampliada através de instrução e exige experiência e tempo. Já a virtude moral é através do habito de cada um. Segundo o autor a virtude tem a ver com as ações da paixão e a paixão e toda ação são acompanhadas por prazer e dor. Já a Ira temos excesso e deficiência e a covardia é um vicio da deficiência. Livro III fala da virtude, paixões.

A virtude concerne a paixões e o louvou e a censura são conferidos somente as ações voluntárias, aquelas que são involuntárias são objetos de perdão e por vezes ate de compaixão. As ações são involuntárias quando realizadas sob compulsão, ou através da ignorância, e que um ato é compulsório quando sua origem é externa, sendo de tal natureza ue o agente que é realmente passivo nada contribui para ele. Tal é a natureza da ignorância que justifica nosso dlscurso de um ato como involuntário, dada a condição complementar do agente lamentar e se arrepender de tê-lo cometido.

Atos rep condição complementar do agente lamentar e se arrepender de tê-lo cometido. Atos repetir, os podem ser qualificados de voluntários, mas não se pode deles dizer que são realizados por escolha. Tampouco pode a escolha ser opinião. Urna pessoa inteiramente destituída de senso é incapaz de perceber que nossos caracteres são o resultado de nossa onduta; segundo Aristóteles a virtude faz parte das ações voluntárias e as involuntárias são dignas de perdão e ate de compaixão.

Para o autor os atos, repetimos podem ser voluntários, mas não podemos dizer que são praticadas por escolha e uma pessoa que não tem sentimento não é capaz de perceber que o nosso caráter é resultado da nossa conduta. Livro IV fala sobre a generosidade honra e dessoras. O homem generoso está mais preocupado em dar aos recebedores certos do que em obter riqueza das fontes certas e nao a obter das erradas. Sendo a generosidade a observância da mediania na or.

E obter riqueza, o homem generoso não somente dará e gastará as quantias corretas nos objetos corretos igualmente em pequenas e grandes coisas e sentirá prazer em fazê-lo. Honra e desonra, são estão os objetos com os quais o individuo generoso de alma está particularmente envolvido. Segundo o autor o homem generoso não se preocupa em receber nada me troca de dar as coisas por prazer e não por obrigação ele sabe exatamente o quanto e a medida certa de oferta. Sobre a honra e a prazer e não por obrigação ele sabe exatamente o quanto e a medida certa de oferta.

Sobre a honra e a desonra Aristóteles fala que são as coisas que o ser humano de alma grande está particularmente envolvido. Livro V fala da justiça e da injustiça todos entendem por justiça aquela disposição moral que torna os indivíduos aptos a realizar atos justos e que os faz agir justamente e desejar o que é justo. Entende por injustiça àquela disposição que leva os indivíduos a agir injustamente e desejar o que é injusto. A justiça nesse sentido é virtude perfeita ainda que com uma qualificação, a saber, que é exibida aos outros.

Um homem injusto é alguém não equitativo, alem de ser o njusto (desigual) justiça polltica quer dizer injustiça entre pessoas livres e (real ou proporcionalmente) iguais, que vivem uma vida comum com a finalidade de satisfazer suas necessidades. Segundo Aristóteles justiça é o ato moral do ser humano que age justamente e só deseja ao próximo o quê-lhe é justo e para ele justiça é uma virtude. Para o autor um homem injusto é um homem desigual que deseja a injustiça as pessoas livres. Livro VI fala sobre a virtude, o desejo a prudência.

A virtude de uma faculdade está vinculada a função especial que essa faculdade desempenha. O desejo correto e que o desejo tem que buscar as mesmas coisas afirmadas pela razão. A prudência é uma qualidade racional de consecução da verdade que PAGFsrl(Fq coisas afirmadas pela razão. que concerne á ação relativamente a coisas que são boas e más aos seres humanos. As pessoas buscam seu próprio bem e supõem fazê-lo essa crença fez com que a apalavra prudente significasse aquele que é sábio em seu próprio interesse.

Segundo a virtude de uma faculdade esta relacionada a o desempenho que ela exerce sobre o desejo ele fala que é correto quando busca a mesma coisa que a razão. Já sobre a prudência ele fala que é uma qualidade racional de consequência da verdade que é concebida da ação. Para o autor a prudência esta relacionado a interesse. Livro VII fala sobre o vicio, prazer e descontrole qualidade de mal bestial e de um tipo distinto do vicio. As fontes necessárias dos prazeres são aquelas vinculadas ao corpo, ou seja, tais como as funções da nutrição e do sexo.

O autocontrole é o oposto do descontrole como a firmeza é o oposto da falta de firmeza. Há duas formas de descontrole: a impetuosidade e a fraqueza. Os fracos deliberam, mas em eguida são impedidos por suas paixões de se manterem fies a sua resolução. O descontrole impetuoso são levados pela paixão por que não se detêm para deliberar. O prazer é um necessáno adjunto da felicidade, razão pela qual a palavra que indica a bem- aventurança é derivada do verbo que significa desfrutar regozijar- se.

A primeira razão é que o prazer a se. A primeira razão é que o prazer afasta a dor e dor excessiva leva os homens a buscar prazer excessivo. Segundo o autor os prazeres necessários são aqueles que estão ligados ao corpo. O autor fala que há duas formas de esencontro o impetuoso e a fraqueza. Os fracos deliberam, mas são interrompidos pelas paixões e o impetuoso se deixa levar pela paixão. Livro VIII fala da amizade, afeto e igualdade. A amizade não é apenas indispensável como um meio sendo também nobre em se mesma.

O afeto parece ser uma emoção ao passo que a amizade é uma disposição estabelecida. A igualdade na amizade, entretanto não parece ser como a igualdade em assunto de justiça. No âmbito da justiça o “igual” significa primordialmente proporcional. Na amizade o quantitativamente “igual”, constitui o significado primordial e o ” roporcional ao mérito” apenas secundário. Nas amizades cujo fundamento é a virtude, jamais ocorre queixas, mas a medida do beneficio parece ser a escolha do doador visto ser a escolha o elemento essencial na virtude e no caráter.

Segundo Aristóteles a amizade é nobre e indispensável já o afeto é uma emoção. O autor fala que a igualdade da justiça é primordial. Já a igualdade na amizade independente da quantidade é apenas secundária. Livro IX fala sobre a amizade, o caráter. Uma amizade baseada na virtude não enseja d’ PAGF8rl(Fq fala sobre a amizade, o caráter. Uma amizade baseada na virtude ão enseja disputas e o retorno realizado deve ser proporcional ? escolha do beneficiador. O caráter é algo mais valioso do que a riqueza e tem mais a ver com a amizade.

A boa vontade parece ser o inicio da amizade, tal como o prazer do olhar é o começo a amizade baseada na virtude deve ser realizada de acordo com escolha ao beneficiador ele fala que o caráter e mais valioso do que a riqueza e tem algo em comum com a amizade. O Livro X fala sobre o prazer. O prazer não é um movimento por que admitimos ser propriedades de todo movimento a rapidez e a lentidão. As atividades desejáveis em se mesmas são aquelas que não isam a nenhum resultado além do mero exercício da própria atividade.

E parece provável que aquele que busca a atividade intelectual e que cultiva seu intelecto mantendo-o na melhor condição é também o individuo mais amado dos deuses. Segundo o autor o prazer é um movimento relacionando a rapidez e lentidão. O autor relata que as atividades desejadas só visam ao resultado da mesma. Já atividade intelectual mantém o individuo em melhor condição e mais amado. [ 1 1. Acadêmica do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da Faculdade Evangélica cristo Rei – FECR – Jaicós Piauí. PAGFgrl(Fq

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