Impacto ambiental – degradação do solo

Ensaios

1 INTRODUÇÃO A utilização indiscriminada dos solos está reduzindo a área cultivável. A agricultura intensiva e o abate de florestas, conduzem à degradação dos solos. Na medida em que a terra se torna cada vez menos fértil, os que a cultivam ou vivem das suas árvores perdem a sua fonte de sustento (Velzi ‘2. -2003). Quando olhamos para o campo brasileiro ficamos impressionados com o acelerado processo de degradação humana e ambiental. São milhares de famílias expulsas de suas terras para dar lugar ao pasto dos bois, à cerca do latifúndio, às grandes plantações e soja, café, cana-de-açúcar, etc.

O campo brasileiro está ficando sem vida: casas abandonadas, comunidades inteiras Swipe to page desaparecidas, mata extensões de lavoura aguas e o solo com v na agricultura, matan (Senefontes J. A. 2009 2DESENVO VIMENTO ors Sv. ipe to view next*ge por longas e, poluindo as s químicos usados e trazendo morte Quando os solos são cultivados, são iniciados ou acelerados vários processos que levam a degradação do solo. Segundo Mc- Cormack (1984), os prejuízos advindos do cultivo do solo, principalmente erosão e compactação requerem tanto tempo ara recuperá-los, que os solos devem ser considerados recursos não-renováveis (Pesq.

Agrop. aras. 1992). Dentro do conceito de degradaç degradação de solos, destacamos três tipos a seguir: 2. 1 DEGRADAÇAO DA FERTILIDADE. Diminuição de capacidade do solo de suportar e manter a vida, porque são produzidas modlficaçbes comprometedoras em suas capacidades físicas (perda de estrutura), químicas (perda de nutrientes, acidificação, etc) e biológicas (diminuição de matéria orgânica), que o levam a sua degradação e mesmo com dubando o solo não será o mesmo de um solo não degradado. 2. EROSÃO Destruição física das estruturas do solo e seu carregamento são feito, em geral, pela água (erosão hídrica) e pelo vento (erosão eólica). O processo de erosão mais grave é o causado pelo ser humano (erosão antropogênica) que é muito mais rápido do que a erosão natural, além disso, a erosão natural é benéfica para a fertilidade do solo. Início de erosão devido ao pisoteio pelo gado na Cabeceira do Apa 2. 3 DEGRADAÇÃO POR CONTAMINAÇÃO A contaminação do solo tem-se tornado uma das preocupações mbientais, pois a contaminação interfere no ambiente global da área afetada.

O uso da terra para centros urbanos, para atividades agrícolas, pecuária e industrial tem tido como conseqüência, elevados niveis de contaminação, geralmente, descargas acidentais ou voluntárias de poluentes no solo e águas, deposição não controlada de produtos que podem ser resíduos perigosos, lixeiras elou aterros sanitários não controlados, deposições a ser resíduos perigosos, lixeiras elou aterros sanitários não controlados, deposições atmosféricas resultantes as várias atividades, etc.

Assim, ao longo dos últimos anos, têm sido detectados numerosos casos de contaminação do solo em zonas urbanas e rurais (http://edafologia. ugr. es/conta/tema10/tipos. htm) 2. 4 DEGRADAÇÃO DO SO O NO FUNDO DO VALE DA SANGA CREOULA. Distrito de Margarida no Município de Marechal Cândido Rondon, Oeste do Paraná, Vale da Sanga Creoula. Área de fundo de vale da Sanga Creoula do distrito de Margarida. A paisagem é formada por vales abertos de fundos chatos. As altitudes variam de 302 a 350 metros. (EMBRAPA, 1999).

A istribuição fundiária deste distrito é de pequenas e médlas propriedades. O uso do solo apresenta uma paisagem recortada, com áreas de pasto e culturas temporárias (milho, trigo, soja, mandioca) e, na maioria das propriedades, existem outras atividades concomitantes, como suinocultura, gado leiteiro, piscicultura e avicultura. trigo, soja e mandioca) Retirada da mata ciliar, para uso e manejo do solo, erosão. Solo úmido e revolvido. 3Agricultura Pastagens Erosão causada pelo pisoteio do gado Solo úmido e revolvido devido o gado.

Os dados levantados permitem afirmar que a estrutura eoecológica do fun-,do de vale da sanga Creoula passou por determinados tipos de exploração. Primeiro, a extração de matéria prima para fábricas de cerâmica e, segundo, a instalação da atividade de piscicultura. Nos dois casos, a falta de mercado tornou estas atividades inviáveis para os proprietários locais. Atualmente, o abandono dessas atividades e a seguida utilização deste setor para a criação de gado, evidenciam problemas na sua estrutura geoecológlca. O que significa a necessidade de preservação urgente.

Destacam-se aqui os principais indicativos da degradação mbiental na área de fundo de vale da sanga Creoula: – retirada da mata ciliar para uso e manejo dos solos até as margens do córrego; – solos rasos e hidromórficos; A partir desses indicativos de degradação, é possível considerar que, como estes solos não são aptos a culturas, o correto seria a regeneração natural das espécies arbóreas, de acordo as normas do código Florestal Brasileiro (BRASIL, 1965), como já está sendo realizado particularmente na propriedade da margem direita e boa parte da margem esquerda da sanga. CONCLUSAO O solo é vivo devido à grande quantidade de m PAGF margem esquerda da sanga. O solo é vivo devido à grande quantidade de microorganismos e pequenos invertebrados que vivem nele. Formado pela decomposição de rochas e matéria orgânica, leva milhares de anos para se formar. A conservação do solo tem grande importância, pois dele retiramos água, alimento e onde são desenvolvidas todas as atividades humanas. E apesar disso, sua degradação tem sido rápida e tem aumentado nas últimas décadas (Cunha. S. A. 2007).

Os solos são maravilhosos, pois são o principal sistema de uporte de vida e do bem-estar humano, retém água o tempo suficiente para ser utilizada pelas plantas e fixam nutrientes essenciais para a vida. Sem o solo, a paisagem da terra seria estéril. Na realidade a maioria da biodiversidade terrestre ocorre no interior do solo e não sobre ele. REFERENCIAS VELZI, Rafael. Desenvolvimento Sustentável. UCP. 2003. SENEFONTE, Jakeline Andrade. Agronegócios. FACCREI. 2009. Pesquisa Agropecuária Brasileira. Estudo comparativo da degradação de solos pelo uso a rícola no noroeste do Paraná. 350 p. Brasília. 1992.

Post a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*