Projeto de instalações

Ensaios

UNIVERSIDADE FEDERAL Dê RORAIMA – LJFRR CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA – CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ACADÉMICOS: SIMONE CORREA DE AZEVEDO GILVAN DE JESUS SANTOS RAFAEL SULLYVAN BRAZ DA SILVA INSTALAÇÕES PREDIAIS PROJETO: SISTEMA DE COMBATE A NCÊNDIO COORDENADORA PROF. : Dr. a OFÉLIA D Boa Vista — RR, Junho UNIVERSIDADE FEDE ar 20 to view nut*ge SIMONE CORRÊA DE AZEVEDO SISTEMA DE COMBATE A INCENDIO COORDENADORA: PROF. : Dr. ‘ OFÉLIA DE LIRA CARNEIRO SILVA ÍNDICE l. Objetivo 3 2. Especificações Técnicas4 2. 1. Especificações Técnicas:4 2. 2. Classificação da edificação: 4

Sistema de Combate a Incêndio de um edifício residencial multifamiliar. Em acordo com as Normas do Corpo de Bombeiros do Estado de Roraima, com as normas da ABNT e de acordo com o livro Instalações Hidráulicas e Sanitárias, Hélio Creder, 6a Edição Especificações Técnicas Especificações Técnicas: Normas, Livros e Códigos Utilizados: Instalações Hidráulicas e Sanitárias, Hélio Creder, 6a Edição. Normas ABNT – NBR’s; Normas do Corpo de Bombeiros do Estado de Roraima – NT’s; e Código Estadual de Proteção Contra Incêndio e Emergência de Roraima. Extintores de Incêndio com Carga de água; NBR 11715 – Extintores de Incêndio com Carga de C02; NBRII 716 NBR 13 434 – Sinalização de Segurança contra incêndio; – Símbolos de Proteção Contra Incêndio; N3R 14 100 NBR 13 768 – Porta Corta-Fogo de Emergência; Proteção contra incêndio por Sistema de Chuveiro; NBR 13 792 – – Hidrantes Urbanos de Incêndio; NBR 05 667 – Ventilação para Cozinhas Profissionais; NBR 14 518 NBR 13 714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndlo; NBR 10 898/99 – Iluminação de emergência; NBR 13 434/04 – Sinalização de emergência.

Proteção Contra Incêndio em Cozinhas Profissionais; NT 38 – NT 14 Carga de Incêndio nas edificações e Carga de Risco; – Saída de Emergência; NT 11 Brigada de Incêndio; NT 17 – Iluminação de emergência; NT 18 – Sinalização de emergência; NT 20 – Sistema de proteção com extintores; NT 21 LC 082/2004 – Código Estadual de Proteção Contra Incêndio e Emergência de Roraima.

Classificação da edificaçã PAGF 082/2004 – Código Estadual de Proteção Contra Incêndio e Classificação da edificação: Segundo a Lei Complementar na 082/2004, em seu anexo, (Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco Quanto ? Ocupação), a edifício se classifica como residencial multifamiliar, iVisao A-2.

GGrupo Ocupação/Uso I Divisão I Descrição I Exemplos A Residencial A-1 1 Habitação unifamiliar Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais I A-2 Habitação multifamillar I Edlfícios de apartamento em geral A-3 Habitação coletiva Pensionatos, internatos, alojamentos, mosteiros, conventos, residências geriátricas. Capacidade máxima de 16 leitos Segundo a Lei Complementar no 082/2004, em seu anexo, (Tabela 3 – Classificação das edificações e áreas de risco quanto ? carga de incêndio), o ediffcio se classifica como risco baixo. Risco I Carga de Incêndio MJ/m2 1

Baixo I até Médio I Entre 300 e 1. 200MJ/m2 1 Alto I Rima de 1. 200MJtrn21 Carga de incêndio: Segundo a Norma NT 14, em seu anexo (anexo A), o edifício possui uma carga de incêndio de 300 MJ/m2. Ocupação/Uso Descrição I Divisão Carga de incêndio (qfi) em MJ/m2 1 Residencial I Alojamentos estudantis A-3 300 Apartamentos A-21 300 Casas térreas ou sobrados A-1 | 300 | Pensionatos A-31 300 | Classificação da edificação uanto à altura: Segundo a Lei Complem 004, em seu anexo, Segundo a Lei Complementar no 082/2004, em seu anexo, (Tabela 2 – Classificação das edificações quanto à altura), o edifício se lassifica como tipo VI.

Tipo I Denomlnação I Altura II Edificação Térrea I Um pavimento II Edificação Baixa I H 6,00 m III Edificaçao de Baixa-Média Altura 6,00 m ; H 12,00 m I IV Edificação de Média Altura 12,00 m ; H 23,00 m V Edificaçao Mediamente Alta 23,00 m ; H 30,00 m VI Edificação Alta I Acima de 30,00 m I 5A – Edificações do grupo a com área superor a 750 m2 ou altura superior a 12,00 m), o edifício se classifica como um prédio acima de 30 m.

Grupo de ocupaçao e uso I GRUPO A- RESIDENCIAL I Divisão A-2 — A-3 e Condomínios Residenciais Medidas de Segurança Contra Incêndio I Classificação quanto ? ltura (em metros) I Térrea I H 6 121 12 Ut; H 231 23 30 Acima de 30 | Acesso de Viatura na Edificação XI XI I XI I XI Segurança Estrutural Contra Incêndio XIXI XIX Compartimentação Vertical I I IX XI Controle de Materiais de Acabamento I XIXI x Saídas de Emergência X I X X X x IXI Brigada de Incêndio IX X IX X IX IX Iluminação de Emergência I X X X Alarme de Incêndio IX X IX X IX IX Sinalização de Emergência X X I X Extintores X IX IX XIX X I Hidrante e Mangotinhos I X X I X XIXI Extintores IX IX IX X IX X I Hidrante e Mangotinhos I X IX IX X IX X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Recomendado para as vias de acesso e aixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio.

NOTAS GENÉRICAS:a – O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação; eb — O sistema de alarme pode ser substituído pelo sistema de interfone, desde que cada apartamento possua um ramal ligado à central, que deve ficar numa portaria com vigilância humana 24 horas e tenha uma fonte autônoma, com duração minima de 60 min. Neste projeto serão consideradas as seguintes medidas de segurança contra incêndio: Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência I Extintores I Hidrante e Mangotinhos I MEMORIAL DESCRITIVO: Saídas de emergência (NT 1 1): Componentes de saída de emergência: – Acessos; Rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou espaços livre exterior, nas edificações térreas; – Escadas ou rampas; – Descargas. Dimensionamento das saídas: Largura das saídas: A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transita.

As escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior popula ao o ual determina as larguras mínimas para os lanços co aos demais pavimentos, PAGF s OF considerando-se o sentido da saída. N=PC Sendo: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro. p – população C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 4 do anexo (NT 11). Pavimento de maior população = 12 Pessoas: – Para acessos/descargas C — 60: – Para portas C —100: – Para Escadas/Rampas C =45: – As portas terão 1,20 m em uma folha, o cálculo revelou que seria necessária uma porta a com uma unidade de passagem, mas a norma obriga o uso de uma largura mínima de 1,20 m. Será utilizada 1 rampas para unir o nível externo ao nível do aguão térreo do edif(cio para atender aos usuários de cadeiras de rodas (N BR-9050).

Tabela [ 1 ] – Dados para o dmensionamento das saídas de emergência Ocupação População (A) I Capacidade da IJ de passagem I Grupo I Divisão I I Acessos/ Descargas I Escadas/ rampas I Portas I A A-1,A-2 1 Duas pessoas por dormitório (C) | 60 45 100 A-31 Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 rn2 de área de alojamento (D) I I B I uma pessoa por 1 5,00 m2 de área (E) (G) I Cl I Uma pessoa por 4,00 ml de área (E) (J) 100 60 | 100 Para a distância máxima que poderá ser percorrida até a saída ais próxima utilizaremos a ior condição (SO m), considerando mais de uma saída (anexo a 5 – Distâncias máximas serem percorridas Tipo deedificação ou sem detectores detectores Saída única uma saída Grupo e divisãode ocupação I Sem chuveiros automáticos Com chuveiros ou com automáticos Mais de uma saída Saída única Mais de x Qualquer 1 10,oom 20,00 m 1 25,oom 35,00 m I Y Qualquer | 20,00 m 30,00 m 1 35,00m 45,00 m Z H, I, L eM 30,00 m | 40,00 m 45,00 m I 55,OOm 40,00 m 1 50,oom 55,00 m | 65,00 m Será adotada 1 Escada à prova de Fumaça PF (1) – anexo NT 1 1, Tabela 6, considerando área de pavimentos ; a 750 rn2.

Dimensão I N (área de pavimentos ; ou igual a 750 ml ) Altura(em metros) I Térrea I H 61 6 H 12 12 H 30 | Acima de 30 | Ocupação I Gr. DIV. NOS TiPOESC I I TiPOESC Nas I TipoEsc I NOS I TipoEsc Al A-1A-2A-3 INENENEI 111 -Ill- EPEP | -12 Iluminação de emergência (NT 18 e NBR 10898/99): Foi adotado o sistema de iluminação de emergência encontrado no fabricante Tucano – http://www. tucanobrasil. com. br/ei/luzem. htm. O sistema utilizado no edifício será o de conjunto de blocos autônomos. A luminária escolhida foi a do modelo tucano série PL 617, compacto com 210 lumens de intensidade e que atende a odas as normas internacionais e a NBR 10898. Ela possui uma autonomia de 2 horas.

São aparelhos de iluminação de emergência constituídos de um único invólucro adequado, contendo lâmpadas inca PAGF 7 aparelhos de iluminação de emergência constituídos de um único invólucro adequado, contendo lâmpadas incandescentes, fluorescentes ou similares e; Fonte de energia com carregador e controles de supervisão; Sensor de falha na tensão alternada, dispositivo necessário para colocá lo em funcionamento, no caso de interrupção de alimentação da rede elétrica da concessionária ou na falta de uma luminação adequada. As luminárias estarão dispostas nas paredes dos corredores, nas escadas, nas proximidades dos elevadores e no pavimento térreo.

Estas luminárias estarão dispostas de modo que permita uma completa iluminação de pelo menos 15 m em qualquer direção segundo a norma; e o espaçamento máximo entre alas deverá ser de 4 vezes a altura onde ela será instalada. Como o edifício possui um pé direito de 2,65 m, as luminárias ficarão instaladas a uma altura de 2,20 m, podendo assim gerar luz suficiente para iluminar 8,80 m ao seu redor. Alarme de Incêndio (NT 19 e NBR 9441/98 – Execuçao de sistemas e detecção e alarme de incêndio): O sistema deve possui duas fontes de alimentação. A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break. A fonte de almentação auxillar constltuida por batena de acumuladores ou “no-break” tem autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão, sendo que o regime de alarme mínimo é de 15 minutos.

O edifício possui um sistema de interfone, e um dispositivo de alarme em paralelo que emite som ao mesmo tempo para todos os apartamentos, com seqüência de 10 s PAGF 8 OF paralelo que emite som ao mesmo tempo para todos os partamentos, com sequência de 10 segundos e no mínimo um minuto de duração. Sinalização de emergência (NBR 13434/04 e NT 20): A sinalização de segurança contra incêndio e pânico tem como objetivo reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertando para os riscos existentes, e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio. A sinalização de segurança contra incêndio e pânico é classificada m sinalização básica e complementar.

A sinalização básica é constituída por quatro categorias, de acordo com a sua função, descritas a seguir: Sinalização de proibição, cuja função é proibir ou coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento; Sinalização de alerta, cuja função é alertar para áreas e materiais com potencial de risco; Sinalização de orientação e salvamento, cuja função é indicar as rotas de salda e ações necessárias para o seu acesso; Sinalização de equipamentos de combate e alarme, cuja função ? indicar a localização e os tipos de equipamentos disponíveis de combate a incêndio. A sinalização complementar é composta por faixas de cor ou mensagens, devendo ser empregadas nas seguintes situações: Indicação continuada de rotas de saída; Indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída, como pilares, arestas de paredes, vigas etc. Mensagens escritas esp utilização das rotas de saída, como pilares, arestas de paredes, vigas etc. ; Mensagens escritas especificas que acompanham a sinalização básica, onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo. Implantação da sinalização básica: * Sinalização de proibição: A sinalização apropriada deve ser instalada em local visível e a uma altura mínima de 1,80 m, medida do piso acabado à base da sinalização. A mesma sinalização deve estar distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco, de modo que pelo menos uma delas seja claramente visível de qualquer posição dentro da área, e devem estar distanciadas em no máxmo 15,0 m entre si. Sinalização de alerta: sinalização, próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizado. Neste último caso, cada sinalização eve estar distanciada entre si em no maximo 1 m. * Sinalização de orientação e salvamento: A sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada mediatamente acma das portas, no máximo a O, 10m da verga, ou diretamente na folha da porta, centralizada a uma altura de 1,80m medida do piso acabado à base da sinalização; A sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que a distância de percurso de qualquer ponto da rota de sarda até a sinalização seja de, no máximo, 1 5m. Adicionalmente, esta também deve ser instalada, de forma que na direção

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